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Nostradamus

 

Previsões de Nostradamus

 

Para provar-vos que os profetas e os videntes preveem as dúvidas da Ciência, assim como advertem, em seus relatos proféticos, de que serão contestados antes de suas completas conclusões, reportamo-nos a Nostradamus que, na "Carta a Henrique II", centúria 56-57, assim se expressa: "Então, tendo o Grande Deus Eterno cumprido todos os seus desejos, as coisas não se sucederão de outro modo, apesar das equívocas opiniões contrárias, que excedem sempre a todas as razões naturais dos sonhos proféticos". Alhures, ele ratifica o seu pensamento, quando na centúria 3-34 diz o seguinte: "Quando o sol ficar completamente eclipsado passará em nosso céu um novo corpo celeste colossal, que será visto em pleno dia; mas os astrônomos interpretarão os efeitos desse corpo de outro modo;  por isso, ninguém terá provisões em face da penúria". Não há dúvida de que Nostradamus vos está advertindo da tradicional desconfiança do homem demasiadamente apegado aos postulados científicos. Ele prevê, indubitavelmente, que os cientistas repetirão outra vez a mesma descrença que já manifestaram na Lemúria e na Atlântida; hão de desconfiar da predição do astro "intruso", que se aproxima da Terra, de cuja dúvida resultará a imprudente falta de reservas alimentícias à humanidade! Na realidade, a aura magnética desse planeta, em conjunção com a Terra, o Sol, a Lua, e outras influências astrais adjacentes, será igual a gigantesco refletor de magnetismo aquecido, resultando lamentável aridez na parte do vosso globo que ficar mais exposta às consequências catastróficas do "fim dos tempos". Já tivemos ocasião de dizer-vos que, quando Noé anunciava o dilúvio, os cientistas também riam e o povo dançava, demonstrando a sua ligação completa com a futilidade e o prazer provisório, apesar das advertências sérias do momento. No entanto, a Atlântida submergiu-se rapidamente, sob o clamor humano daqueles que antes riam e zombavam, impossibilitados de substituir em tempo o riso tolo pelas lágrimas ardentes!

 

Entre os profetas longínquos, alguns que previram os pródromos do que ocorreu na Lemúria, na Atlântida e nos primórdios da raça atual, distinguimos a generalidade dos que na Terra ficaram tradicionalmente conjugados à casta dos "profetas brancos", que abrange todos os profetizadores do Velho e do Novo Testamento. Há que recordar os Flamíneos, herdeiros iniciáticos dos videntes da "Colina Dourada", mas, acima de tudo, o inigualável Antúlio de Maha-Ethel, o sublime instrutor atlante, consagrado filósofo e vidente das "Portas do Céu!" Antúlio foi o primeiro depositário, na Terra, da revelação do Cosmo, precedendo a Moisés em milhares de anos. Sob a inspiração das Cortes Celestiais, criadoras dos mundos, ele deixou magnífico tratado de "Cosmogênesis", no qual descreve a criação da nebulosa originária da vossa Constelação. Solar. Cabe-lhe a primazia de haver descrito a maravilhosa tessitura dos Arcanjos e dos Devas, com suas roupagens planetárias policrômicas, onde o iniciado distingue perfeitamente os campos resplandecentes dos reinos etéreo-astrais dos mundos físicos! Antes do trabalho esforçado de Moisés, no Monte Sinai, Antúlio já pregava na Atlântida a ideia unitária de Deus, mas, em lugar do Jeová feroz e vingativo, ensinava que o Onipotente era uma Fonte Eterna de Luz e Amor! Também é de sua autoria a primeira enunciação setenária na Terra, quando se refere à cromosofia das sete Legiões dos Guardiães, cada uma se movendo numa aura correspondente a cada cor do Arco-Íris. Comprovando os seus dons maravilhosos, Antúlio previu, com milênios de antecipação, a submersão da Atlântida e a inversão rápida do eixo da Terra, ocorrida há mais de 27.000 anos do vosso calendário! Desde as tradições bíblicas até os vossos dias, muitos outros eventos proféticos foram registrados e comprovados pela documentação que ainda se guarda nas fímbrias do Himalaia, nas regiões inacessíveis ao homem comum. A Bíblia vos notifica de que os bons profetas existiram desde o rei David, principalmente entre as tribos de Israel, das quais se destaca a tribo dos "Filhos de Issacar", berço dos mais notáveis profetas, cujos descendentes, mesmo em vossos dias, revelam ainda notável dom de profecia, tais como Schneider e, principalmente, Nostradamus, o vidente francês. Moisés, Samuel, Elias, Eliseu, Isaías, Ezequiel, Daniel, Joel, Jeremias, Amós, Zacarias, Malaquias e muitos outros, foram profetas de sucessos comprovados nos livros sagrados, onde se diz que eram profundamente tocados pela graça do Senhor dos Mundos! Posteriormente, os apóstolos Pedro, Mateus, João Evangelista e outros discípulos de Jesus, que ouviram o Mestre predizer as dores dos vossos dias, também foram tocados pela graça de profetizar. Finalmente, Jesus, o Sublime Enviado, ao considerar o "fim dos tempos" e o "juízo final", também usou a linguagem sagrada da profecia (Mateus, 24).

 

Podemos indicar os seguintes: São Malaquias, Monge Johannes, Cura D'Ars, Catarina de Emmerick, o Poeta Bávaro, Santa Odila, Mãe Shipton e outros de menor importância. Alguns, como Júlio Verne, desdobraram sua genial faculdade na tessitura de livros romanceados e de predições científicas, artísticas e filosóficas. Finalmente, destacamos Michel de Nostradamus que já foi um dos profetas do Velho Testamento e cujas profecias em trânsito, apesar de algumas falsas interpretações demasiadamente objetivas, serão concretizadas no seu exato conteúdo até o fim do vosso século. Michel de Nostradamus foi a encarnação de Isaías, um dos mais consagrados profetas do Velho Testamento. Nostradamus, vidente poderoso, abalizada voz profética do Espaço, deve a sua extraordinária sensibilidade ao fato de ser espírito avançado e também descender, pela segunda vez, da mesma tribo de Issacar, que foi o maior viveiro de profetas assinalados pela Bíblia.

O (teor opressivo, adstringente que lembraria o magnetismo de um fel eterizado), próprio do planeta purificador que se aproxima da Terra, também foi assinalado pelo profeta, e de modo satisfatório, no versículo 8:11, quando diz: "E o nome desta estrela era Absinto; e a terça parte das águas se converteu em absinto, e muitos homens morreram das águas, porque elas se tornaram amargosas". É a identificação perfeita do magnetismo deletério, com o amargor da losna, interpretação que se estende, na alegoria apocalíptica, à própria ideia de horas de amargura por parte dos seres, por ocasião dos acontecimentos. O evangelista João acentua, ainda, o efeito sensual desse magnetismo que, embora indesejável, como o é o do próprio absinto, também vicia até as mais altas inteligências do mundo! Realmente o campo magnético do astro intruso é um profundo excitador das paixões animais porque, sendo seu magnetismo de natureza primária, oriundo de um orbe de energias superativadas, torna-se um multiplicador de frequência lasciva e egocêntrica nas criaturas invigilantes. Conforme temos explicado alhures, a presença do planeta produzirá, em determinadas latitudes geográficas, um clima excessivamente equatorial, avivando o flagelo das secas e perturbando o mecanismo da produção normal. João confirma esta asserção, quando prediz que "caiu do céu uma grande estrela ardente como um facho" (capítulo 8:10) ou assegura que "foi abrasada a terça parte da terra". Repetindo sempre a mesma ideia, sob outras figuras alegóricas, a fim de despertar vigorosamente o campo mental dos seus interpreta dores, diz mais: "a terça parte das águas converteu-se em absinto" (8:11) ou seja tornou-se imprestável, imprópria para mitigar a sede, evocando novamente o estado de aridez e de secura causado pela presença do planeta. Nostradamus (Centúria 3:34), quando alude aos efeitos perniciosos do astro intruso, ainda subestimado pela ciência quanto ao seu aparecimento. Diz Nostradamus: "Quando o Sol se eclipsar completamente, passará em nosso céu um novo corpo celeste colossal, que será visto mesmo em pleno dia; mas os astrônomos não darão crédito aos seus efeitos, porque os interpretarão de outro modo”. Nota do editor do site: Devido a grande pânico que essa visão poderia causar, o astro não será visível ao homem comum e nem aos equipamentos científicos! O mesmo já está atuando próximo de seu ponto Maximo.

 

Nostradamus, o consagrado vidente francês do século XVI, delineou o roteiro profético mais exato que conhecemos para os vossos dias. Em sua carta a Henrique II ele prediz o seguinte: "Quando os tempos forem chegados, uma grande transformação se produzirá, de tal modo que muitos julgarão a Terra fora de órbita". Na quadra 41, da Centúria 2, o profeta deixa entrever claramente a presença de um astro intruso que tem ligação com a verticalização do eixo da Terra, quando prediz: "Uma grande estrela, por sete dias, abrasará a Terra e ver-se-ão dois sóis aparecerem". Na Centúria 6/6, do presságio 27, afirma que "no fim dos tempos aparecerá no céu, no norte, um grande cometa".

 

O grande vidente é bem claro na predição constante de sua carta a Henrique lI, quando esclarece: "Quando os tempos chegarem, após um eclipse do Sol, ocorrerá o mais pétreo e tenebroso verão". Ele afirma com muita precisão tratar-se de um acontecimento que há de ocorrer só depois do grande eclipse solar (esse depois, não quer dizer no dia seguinte). Sem dúvida, a Terra se aproxima de sua fase mais importante (o pétreo e tenebroso verão) abeirando-se de um acontecimento inigualável, como nunca se viu desde a sua criação! Nota do editor do site: O eclipse do qual Nostradamus se refere, foi o que aconteceu em 1999!

 

Notai que, na mesma carta a Henrique II (Centúria 1:56-57) a afirmação de Nostradamus é indiscutível, pois diz textualmente que "a Terra não ficará eternamente inclinada". A capacidade profética de Nostradamus soube prever o natural ceticismo da ciência e a proverbial negação dos cientistas, pois diz mais que, apesar das opiniões contrárias (da ciência acadêmica) os fatos hão de acontecer como os relata. E, conforme já vos dissemos, o evangelista João, no Apocalipse (21:1) fundamenta a predição de Nostradamus, quando também afirma: "E vi um novo céu e uma nova terra".

 

Na Centúria 3:34, o vidente francês deixou registrado claramente que "em seguida ao eclipse do Sol, no fim do século, passará junto à Terra um novo corpo celeste volumoso, grande, um monstro, visto em pleno dia". As Centúrias 4:30 e 1:17 previnem-vos de que "a ciência não fará caso da predição, e dessa imprudência faltarão provisões à humanidade; haverá penúria e a terra ficará improdutiva, ocorrendo ainda grandes dilúvios". Certamente, os cientistas ridicularizarão o evento do astro intruso, por considerado aberrativo. Isso terá como consequência a negligência, por parte de todo mundo, em acumular provisões, motivo por que se verão desamparados no terreno econômico, quando a fome os cercar.

 

Quando se fizer a conjunção dos efeitos do astro intruso com os efeitos da loucura humana, no mau emprego da desintegração atômica, "a terra será abrasada". Sobre isso, não tenhais dúvida! Desde que, nessa ocasião, haja depósitos subterrâneos de víveres, ou já se tenha cogitado de outras providências a respeito, inegavelmente serão atenuadas a fome e a miséria. É óbvio que, se os cientistas se dispuserem a ouvir com sinceridade e confiança a simbólica "voz de Deus" transmitida através dos profetas do quilate de um Nostradamus, apesar dos acontecimentos trágicos previstos e irrevogáveis, poder-se-á eliminar grande parte do sofrimento futuro, pois o astro a que nos referimos como bem sabemos na técnica sideral, abrasará mesmo a Terra e queimará muita coisa! E ainda podemos recordar as palavras de João Evangelista, no Apocalipse, quando diz que a Terra será destruída pelo fogo e não pela água, em cuja advertência sibilina se esconde a conexão da influência do astro intruso com os próprios eventos desavisados da bomba atômica.

 

Ocorrerão modificações proporcionais aos volumes, rotas e movimento dos astros na zona magnética de maior influenciação do astro visitante. No entanto, será a Lua, como satélite do vosso orbe, o que mais sofrerá em sua posição astronômica, porquanto a verticalização da Terra há de produzir determinadas modificações nas suas coordenadas de sustentação no plano astro-etéreo, em correspondência com as energias que lhe fluem de outros astros adjacentes. Os orbes disseminados pelo Cosmo sustentam-se e relacionam-se entre si, adstritos às zonas de cruzamento das diagonais ou coordenadas magnéticas, semelhantes à infinita rede, em cujas malhas os globos rodopiam e se balouçam majestosamente, no mais inconcebível equilíbrio e harmonia. A mais débil modificação de uma coordenada magnética provoca um deslocamento correspondente, para compensação harmônica do sistema cósmico.

 

Após a verticalização da Terra, far-se-á o ajuste dos polos magnéticos à exatidão dos polos físicos, inclusive o fluxo de sustentação e de equilíbrio entre a Terra e a Lua. Queremos prevenir-vos de que algo mudará nas relações astrofísicas entre a Lua e o vosso orbe, porquanto, após a verticalização do globo terráqueo, também deverão harmonizar-se as atuais coordenadas, cuja força principal é atuante no campo etéreo-astral, embora o fenômeno termine, depois, materializando-se na esfera física. Essa modificação foi habilmente prevista pelos profetas antigos e modernos, conforme expomos: Isaías (30:26) afiança que "a luz da Lua será como. a luz do Sol, e a luz do Sol será sete vezes maior, como seria a luz de sete dias juntos, no dia em que o Senhor atar a ferida do seu povo e curar o golpe de sua chaga". Nostradamus, em outras palavras, assegura que a Lua aproximar-se-á da Terra, tornando-se onze vezes maior do que o Sol. O evangelista Lucas (21:25) clama: "E haverá sinais no Sol e na Lua e nas estrelas, e na Terra consternação das gentes, pela confusão em que as porá o bramido do mar e das ondas". É bem clara a enunciação de todos esses profetas, os quais são unânimes em afirmar  que a Lua se tornará maior e se aproximará da Terra, enquanto que a sua força há de provocar tremendas marés, como o bramido do mar e das ondas. O profeta Isaías (30:25) também se refere ao fenômeno das inundações e das prováveis marés, quando enuncia: "E sobre todo monte alto e sobre todo outeiro elevado haverá arroios de água corrente no dia da mortandade de muitos, quando caírem as torres". É óbvio que os arroios só poderão correr dos mais altos montes após estes terem sido alcançados e cobertos pelas águas, que dali escorrerão como procedentes de vertentes!

 

O acontecimento origina-se numa questão de planos em que se situou na vidência dos profetas. Isaías viu a Lua muito próxima da Terra, o que lhe ofuscou a visão psíquica num primeiro plano, e então a sua mente associou esse fulgor inesperado ao fulgor do Sol. Essa mesma visão, quando projetada mais tarde na mente de Nostradamus, na França, fê-lo tomar o campo radiativo e áurico da Lua, aumentado pelo abrasamento do astro intruso, como sendo o seu próprio volume rígido, que ele calculou ter um diâmetro onze vezes a mais do normal. Na verdade, ele confundiu o campo de irradiação mais próximo de si com a configuração material do satélite da Terra. O fenômeno se explica pela lei dos planos subsequentes, que observais nos trabalhos dos pintores ou em representações teatrais, quando certos objetos devem predominar em primeiro plano sobre os demais. A chama de uma vela diante da visão humana, consequentemente num primeiro plano, pode impressionar mais do que a luz de um farol brilhando ao longe em último plano, de fundo.